Ações COVID-19

Postado por diego em 30/abr/2020 - Sem Comentários

imagem com a marca da campanha "UFF contra o Coronavírus" sobre um fundo com imagens microscópicas do covid-19

Lista de Projetos


– Combatendo o Coronavírus
– Desenvolvimento de material didático buscando novos procedimentos de segurança para o uso e permanência em laboratórios didáticos e de pesquisa do ICEx Volta Redonda
– Material Educativo
– Modelagem Computacional e a Predição de Cenários Epidemiológicos
– Uma história social sobre o coronavírus para crianças com autismo
– Eduk-Ação COVID-19
– Álcool Glicerinado (OMS) para a comunidade de Volta Redonda
– Deficiência e Isolamento social: Questões e invenções em tempos de pandemia
– Deficiência e Inclusão em tempos de pandemia
– Cálculos de dinâmica molecular para reposicionamento de fármacos para tratamento da COVID-19
– Plantão COVID-19
– Elaboração de material acadêmico educativo: cuidados e higienização de superfícies durante e pós pandemia do Covid-19
– Projeto Ação COVID-19 – Confecção de Máscaras faciais de tecido para proteção das vias respiratórias
– Elaboração de material acadêmico educativo sobre o uso correto de máscaras
– Projeto: confecção de protetor facial caseiro
– Deficiência e isolamento social: questões e invenções em tempos de pandemia
– Projeto: Elaboração de material acadêmico educativo: cuidados e higienização de superfícies durante e pós pandemia do Covid-19
– Confecção de protetor facial a partir de garrafa pet

Combatendo o Coronavírus

 Desenvolvimento de material informativo para a comunidade

Envolvidos:
Responsáveis:
Profa. Julliane Yoneda ICEx-UFF
jullianeyoneda@id.uff.br
Profa. Denise Bertagnolli ICEx-UFF
denisebertagnolli@id.uff.br
Profa. Michele Lemos de Souza ICEx-UFF
michele_lemos@id.uff.br

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Desenvolvimento de material didático buscando novos procedimentos de segurança para o uso e permanência em laboratórios didáticos e de pesquisa do ICEx Volta Redonda

Descrição: O trabalho visa o desenvolvimento de um material que poderá ser anexado às apostilas das principais normas de segurança dos laboratórios com o intuito de promover novas ações que minimizem a propagação do vírus dentro do ambiente dos laboratórios didáticos e de pesquisa.

Envolvidos:
Responsável:
Prof. Leandro Lorenço ICEx-UFF
leandroml@id.uff.br

Pessoas envolvidas:
Gabriela Rosa Machado , aluna – ICEx-UFF
gabrielarosamachado@id.uff.br
Thalisson Henrique Ferreira Amaral, aluno – ICEx-UFF
thalisson_henrique@id.uff.br
Eduardo Teixeira Valverde , aluno – ICEx-UFF
eduardo_valverde@id.uff.br

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Material Educativo

Criação e preparação de material educativo (simples, objetivo e informativo) para divulgação em mídias sociais oficiais (facebook, instagran) e para uso da comunidade de forma geral. Todos os arquivos apresentam logo da UFF e do ICEx. O aluno editor Tadeu Cabral elaborou os avatares orientado por mim, professora Andréa Aparecida Ribeiro Alves (docente do VQI). Os avatares possuem os nomes de Kimíka e de Kimíko. Esses arquivos tem foco em dicas de bem estar no período de quarentena!

Envolvidos:
Andréa ICEx-UFF
aaralves@id.uff.br
Aluno Tadeu Cabral , aluno, Licenciatura em Química – ICEx-UFF
tadeucabral@id.uff.br

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Modelagem Computacional e a Predição de Cenários Epidemiológicos

No fim de 2019, o aumento no número de casos de pneumonias graves, de origem desconhecida, chamou a atenção das autoridades sanitárias chinesas. Em pouco tempo descobriu-se que se tratava de um novo coronavírus, o SARS-CoV-2, responsável pela COVID-19 (COronaVIrus Disease – 2019).

Em pouco tempo, devido às características epidemiológicas do SARS-CoV-2, a COVID-19 alcançou outros países da Ásia, Europa e Américas. No dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial de Saúde declarou tratar-se de uma pandemia: o mundo já registrava mais de 125.000 casos confirmados e mais de 4.500 mortes. No dia 27 de abril de 2020, os casos confirmados passaram de 3 milhões e mais de 210 mil morreram nos 185 países/regiões acometidos pela doença.

Por se tratar de um novo vírus, provavelmente originado a partir de uma mutação de outro coronavírus (SARS-CoV), não há vacina disponível, nem tratamento farmacológico específico. Em função disso, todas as pessoas são consideradas susceptíveis à doença, que é majoritariamente leve – em cerca de 80% dos infectados -, enquanto que entre 10 e 15% dos infectados podem precisar de atenção hospitalar e 5% de cuidados intensivos. Em decorrência da susceptibilidade geral da população e do elevado potencial de transmissão do SARS-CoV-2, o número absoluto de pacientes que demandam atenção hospitalar pode facilmente sobrecarregar a rede de saúde local, impossibilitando o atendimento à COVID-19 (e outras demandas relacionadas a outras enfermidades), com grande impacto na mortalidade da doença.

Os processos para o desenvolvimento e a produção de vacinas não são rápidos: são muitas as etapas necessárias para testes de eficácia e segurança, sobretudo quando são bilhões de pessoas “os alvos” das vacinas. O mesmo pode ser dito, ainda que com outras especificidades, sobre o desenvolvimento (ou mesmo o “aproveitamento”) de novos medicamentos. Em razão desse cenário, as medidas fundamentais de mitigação de pandemias com essas características são sociais e têm como objetivo diminuir a velocidade de contágio da população, distribuindo-o no tempo, para que seja possível manejar os doentes na rede hospitalar.

Nesse cenário de muitas incertezas a respeito do novo vírus, a modelagem matemática de epidemias tem sido um instrumento fundamental para tomada de decisões. Podemos citar o caso do Reino Unido, que decidira não adotar medidas de isolamento social, sob o argumento de que quanto mais pessoas infectadas, maior o número de curados e imunizados naturalmente, restringindo assim a propagação do vírus. Entretanto, analisando os resultados obtidos em modelos matemáticos do Imperial College de Londres, essa estratégia foi descartada devido ao gigantesco número de mortos que sua execução causaria. Como adotaram as medidas de isolamento social apenas após a publicação do modelo, o Reino Unido paga agora um alto preço à COVID-19 e acumula mais de 20.000  mortos.

Assim sendo, considerando a gravidade desta pandemia e a necessidade de modelos matemáticos que permitam simular possíveis cenários epidemiológicos, nossa equipe está desenvolvendo um modelo baseado em agentes para o COVID-19. Esse tipo de modelagem matemática computacional permite adicionar ao modelo tantos detalhes quanto sejam necessários, o que não é possível em outras técnicas. Em nosso modelo, levamos em conta diversas peculiaridades da realidade brasileira, tais como: diferentes densidades demográficas, disponibilidade de leitos hospitalares e de UTI; grupos etários distintos e outras variáveis. Na Figura 1 podemos ver uma representação desse tipo de modelagem na qual indivíduos infectados (vermelho) podem transmitir o vírus da COVID-19 para indivíduos não infectados (verde).

Figura 1. Representação esquemática de uma rede de contatos entre pessoas. As cores representam: vermelho,  pessoas infectadas com COVID-19; verde, pessoas não infectadas. As setas representam os contatos entre os indivíduos.

Nossas análises preliminares apontam para um aumento considerável de óbitos decorrentes de diferentes densidades demográficas: em um modelo hipotético com 1.000.000 de habitantes, ao comparar uma região de “média” densidade, como Volta Redonda-RJ (412,75 hab./km2 – IBGE) com uma região de alta densidade demográfica, como a favela da Rocinha-RJ (48.258 hab./Km² – DataRio), há um aumento proporcional de aproximadamente 13,5% de óbitos na região de alta densidade, em um cenário sem isolamento social (ver Figura 2).

Figura 2. Simulação da evolução da epidemia de COVID-19 em dois cenários diferentes em que não há distanciamento social. Gráficos: superior, regiões com alta densidade demográfica; inferior: regiões com média densidade demográfica.

 Em um cenário com isolamento social de 50% da população, considerando a situação de que em ambas as regiões (média e alta densidade demográfica) esse nível de isolamento seja igual e efetivo, o número total de mortos por COVID-19 é reduzido de aproximadamente 161.000 para 64.000, um percentual de redução em torno de 60% nas regiões menos populosas (ver Figura 3). Nas regiões de maior densidade populacional, com isolamento social de 50%, o número total de mortes é reduzido de aproximadamente 183.000 para 169.000, uma redução de 7,7%, como mostrado na Figura 3.

Figura 3. Simulação da evolução da epidemia de COVID-19 em dois cenários diferentes em com isolamento de 50% da população. Gráficos: superior, regiões com alta densidade demográfica; inferior: regiões com média densidade demográfica.

Observamos, também, que tanto na Figura 2 (sem isolamento) como na Figura 3 (50% de isolamento), a epidemia além de ter um saldo de óbitos enorme em regiões de maior densidade demográfica, ocorre com mais velocidade, se comparada à regiões menos densas. Em outras palavras, a maior aglomeração de pessoas leva, inevitavelmente, à aceleração do espalhamento do vírus.

Finalmente, até que sejam desenvolvidos vacina e fármacos, só podemos contar com medidas de isolamento social. Entretanto, é praticamente impossível manter um cenário de isolamento social generalizado e permanente. Precisamos de ferramentas de monitoramento epidemiológico da doença, para que seja possível programar quando e como as medidas de isolamento podem ser suavizadas sem que haja um aumento no número de infectados e, consequentemente, no número de óbitos. No mundo ideal, realizaríamos milhões de testes sorológicos ao dia para saber quem está potencialmente imunizado e, a partir daí, suavizar o isolamento. Mas não há testes disponíveis – e não haverá tão cedo. Nesse cenário, em particular, na ausência de testes sorológicos, a melhor ferramenta que temos – senão as únicas – são os modelos matemáticos como o que desenvolvemos. Serão necessários ajustes, além da adição de novas variáveis, para que seja possível responder a todas essas perguntas e esses são os nossos próximos passos.

Envolvidos:
Prof. Aquino Lauri de Espíndola, Depto de Física – ICEx-UFF
aquinoespindola@id.uff.br

Prof. Aydamari Faria Junior, Depto de Psicologia – ICHS-UFF
afaria@id.uff.br

Pedro H. Grosman Alves, ex-aluno do Depto de Física  – ICEx-UFF
pedroalves@id.uff.br

Rafael S. Pereira, ex-aluno do Depto de Física – ICEx-UFF
Mestrando LNCC-DEXL,
rpereira@lncc.br

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Uma história social sobre o coronavírus para crianças com autismo

A ação trata-se de um livro editável de uma história social através de um aplicativo para celular para crianças com autismo. A ideia é que os pais de crianças autistas possam utilizá-lo com fotos das próprias crianças e de suas atividades cotidianas, a fim de que estas compreendam a situação que estamos vivendo atualmente, e desta forma elas possam se organizar melhor. Crianças típicas também podem se beneficiar com este material. Basta inserir fotos do celular ou baixadas da internet.

Esperamos poder contribuir de forma positiva neste momento difícil, e que com isso, as crianças se sintam um pouco mais tranquilas.

Equipe ADACA

E-mail institucional: veraprudencia@id.uff.br

Pessoas Envolvidos:
Professores:
Prof. Julliane Yoneda Huguenin ICEx-UFF
Prof. Adriano de Oliveira Caminha ICEx-UFF
Prof. Vera Lúcia Prudência dos Santos Caminha ICEx-UFF
Prof. Priscila Pires Alves ICEx-UFF

Alunos de IC:
Arthur Rodrigues Chaves, aluno do Depto de Matemática Computacional   – ICEx-UFF
Carlos Eduardo Gomes Morais, aluno do Depto de Matemática Computacional   – ICEx-UFF

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Eduk-Ação COVID-19

Descrição: Orientação de alunos de graduação do curso de Química (Bacharelado e Licenciatura) em e pesquisa de temas científicos relacionados ao novo corona vírus (COVID-19). Serão abordados assuntos relatos a testes da doença, resposta imune e química de sanitizantes. Os objetivos do projeto são (i) o desenvolvimento científico dos alunos no atual tema da pandemia mundial, e (ii) a preparação de material educativo de linguagem simples para o cidadão da comunidade de Volta Redonda e região sobre os principais assuntos abordados em nossas pesquisas.

Envolvidos:
Profa. Dra. Michele L. Souza, ICEx-UFF
Alunos: Milena A. C. Nigre, ICEx-UFF
Bryan A. L. Larico, Gian F. C. dos Anjos, ICEx-UFF
Antonio M. Neto, ICEx-UFF

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Álcool Glicerinado (OMS) para a comunidade de Volta Redonda

Descrição: Grupo de trabalho contendo professores do Departamento de Química e técnico em Química atua na produção de álcool 80% glicerinado (roteiro e norma técnica de órgãos como Organização Mundial da Saúde (OMS) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)) para distribuição na forma de doação para o Sistema Único de Saúde.

Evolvidos:
Professores
Michele L. de Souza (coordenação), ICEx-UFF
Ligia M. M. Vieira, ICEx-UFF
Denise de C. Bertagnolli, ICEx-UFF
Alessandra R. Rufino, ICEx-UFF
Patrícia A. Carneiro, ICEx-UFF
Leandro M. Lourenço, ICEx-UFF
Carlos E. Fellows, ICEx-UFF
Técnico: Marcos V. dos Reis, ICEx-UFF

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Roda de conversa virtual aberta intitulada “Deficiência e Isolamento social: Questões e invenções em tempos de pandemia”. 

Realizada no dia 22 de abril, a roda de conversa aberta contou com a participação de mais de cem pessoas oriundas de várias partes do país. Pessoas com deficiência (alunos do ensino superior inclusive), servidores da UFF, especialistas na área, membros de associações que trabalham com acessibilidade e inclusão, entre outros. O Reitor da UFF, professor Antônio Cláudio da Nóbrega, bem como a Pró-Reitora de Graduação Alexandra Anastacio também participaram endossando a iniciativa e firmando o compromisso com uma universidade inclusiva. 

A idéia, pensada inicialmente para acolher, ouvir e integrar os alunos com deficiência da universidade, isolados em tempo de pandemia, nasceu de um grupo de pessoas, com e sem deficiência, professores, alunos e técnicos, envolvidos com pesquisas, projetos, disciplinas e atividades no campo da acessibilidade e da inclusão.

Para Márcia Moraes, docente do Instituto de Psicologia e Coordenadora do Projeto de Pesquisa / Extensão Perceber sem Ver (Instituto de Psicologia/Niterói), “é hora de tecermos laços afetivos possíveis quando o cenário é de isolamento e desenharmos juntos/as um futuro possível e acessível para nossa vida na UFF. Para nos fortalecermos e para cuidarmos uns/umas dos/as outros/as.” 

Você já refletiu sobre as pessoas que fazem uso da leitura labial para se comunicar num mundo pós-pandemia com a ampla utilização das máscaras? Há alternativas às máscaras convencionais. Precisamos todos pensar nisto! 

Um dos maiores desafios de nossas rodas de conversa é a universalização do atendimento das demandas das pessoas com deficiência. As ferramentas de reuniões virtuais ainda não contemplam todas as tecnologias assistivas utilizadas pelos surdoscegos, surdos por exemplo. Atentos a isto, conseguimos parcerias essenciais:

Para LIBRAS, temos a participação de Beatriz Critelli, Profª. Msª. Beatriz Crittelli Amado, Doutoranda em Ensino de Ciências – surdocegueira pela USP e docente vinculada ao Departamento de Química ICEX-UFF, Volta Redonda e Alex Sandro Lins, aluno de Pedagogia da UFF, professor da FME-Niterói, tradutor/intérprete de Libras da Faculdade de Letras da UFRJ e Coordenador do Curso de Extensão: Formação Continuada em Educação Inclusiva da UFRJ. 

Para a geração das legendas, temos o apoio de estudantes voluntários, são eles: Tulio Leal de Carvalho (aluno do curso de Física Computacional – ICEX) e Diogo de Lima Muniz Barroso (psicólogo, e aluno do Mestrado em Psicologia da UFF/Niterói). Todos envolvidos na construção e elaboração das rodas. No entanto, se abre uma frente de luta extremamente importante e urgente, a de conquistar um desenho universal nestas ferramentas comunicacionais.  

Realização: Comissão UFF Acessível, em parceria com o DCE Fernando Santa Cruz, o Diretório Acadêmico de Psicologia/Niterói, o Projeto de Pesquisa / Extensão Perceber sem Ver (Instituto de Psicologia/Niterói) e o Coletivo de Alunas e Alunos com Deficiência (CAAD) da Universidade Federal Fluminense. O evento contou com os apoios do Setor de Apoio Educacional (SAE) do campus Aterrado Volta Redonda, da professora Beatriz Critelli, vinculada ao Departamento de Química do Instituto de Ciências Exatas (ICEX) e do intérprete de LIBRAS da UFRJ, Alex Sandro Lins. 

Envolvidos:
uffacessivel.comissao@id.uff.br
coletivocaaduff@gmail.com
uff.ichs.saa@gmail.com
mazamoraes@gmail.com
alex@letras.ufrj.br
bia.crittelli@gmail.com

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Roda de conversa virtual direcionada exclusivamente aos alunos com deficiência da UFF e os apoiadores da inclusão intitulada “Deficiência e Inclusão em tempos de pandemia” a ser realizada no dia 04 de maio, segunda-feira, às 14h.

O objetivo desta roda é o de atingir o maior número possível de alunos com deficiência da UFF no acolhimento de seu cotidiano na pandemia. Dúvidas e angústias em relação ao retorno às atividades na Universidade por exemplo, sobretudo discutir quais recursos podemos construir juntos para driblar o isolamento parcial advindos das medidas de segurança de saúde adotadas que farão parte de nosso cotidiano nos próximos meses. 

Contaremos com o apoio, nesta edição da roda de conversa, do Programa de Extensão vinculado ao Instituto de Letras de nossa Universidade “Libras, Lingüística e divulgação”.  Coordenado pela Profª. Msª Tathianna Dawes e com o apoio de Alex Sandro Lins, intérpretes de LIBRAS, este projeto trabalha com surdos a questão da libras como direito linguístico e acessibilidade para a pessoa com deficiência! 

Para LIBRAS, temos a participação de Beatriz Critelli, Profª. Msª. Beatriz Crittelli Amado, Doutoranda em Ensino de Ciências – surdocegueira pela USP e docente vinculada ao Departamento de Química ICEX-UFF, Volta Redonda e Alex Sandro Lins, aluno de Pedagogia da UFF, professor da FME-Niterói, tradutor/intérprete de Libras da Faculdade de Letras da UFRJ e Coordenador do Curso de Extensão: Formação Continuada em Educação Inclusiva da UFRJ. 

Para a geração das legendas, temos o apoio de estudantes voluntários, são eles: Tulio Leal de Carvalho (aluno do curso de Física Computacional – ICEX) e Diogo de Lima Muniz Barroso (psicólogo, e aluno do Mestrado em Psicologia da UFF/Niterói). 

Realização: Comissão UFF Acessível, em parceria com o DCE Fernando Santa Cruz, o Diretório Acadêmico de Psicologia/Niterói, o Projeto de Pesquisa / Extensão Perceber sem Ver (Instituto de Psicologia/Niterói) e o Coletivo de Alunas e Alunos com Deficiência (CAAD) da Universidade Federal Fluminense. O evento contou com os apoios do Setor de Apoio Educacional (SAE) do campus Aterrado Volta Redonda, da professora Beatriz Critelli, vinculada ao Departamento de Química do Intituto de Ciências Exatas (ICEX) e do intérprete de LIBRAS da UFRJ, Alex Sandro Lins e o Programa de Extensão “Libras, Lingüística e divulgação” coordenado pela  Profª. Msª Tathianna Dawes.

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Cálculos de dinâmica molecular para reposicionamento de fármacos para tratamento da COVID-19.

Iniciamos cálculos de dinâmica molecular clássica (MD) para estudar reposicionamento de fármacos para tratamento da COVID-19. Estamos utilizando uma estrutura da protease da proteína spike do coronavírus responsável pela replicação do vírus, e estudaremos o atracamento molecular de diversos fármacos conhecidos e já aprovados para uso, de modo a determinar potenciais candidatos para um tratamento do coronavírus que iniba sua replicação dentro das células humanas. Entre as drogas consideradas, estão:

  • Remdesivir
  • Favipiravir
  • Atazanavir
  • Ritonavir
  • Lopinavir

Até o momento, executamos uma MD de 300 ns para a proteína solvatada em água a 310 K, e identificamos dois possíveis sítios ligantes através de uma análise de conservação da estrutura. Neste momento, está sendo executado um docking flexível dos ligantes para obtenção de um bom ponto de partida para as MD que nos permitirão analisar a ligação das drogas à protease. Os cálculos estão sendo executados inicialmente em um computador com 4 GPUs NVIDIA Tesla, cedido gentilmente pela startup americana Galileo dentro de seu programa de apoio a ações contra a COVID-19, mas em breve, outra parte será executada em facilidade de supercomputação belga.

Envolvidos:
 Marcos Verissimo Alves ICEx – UFF VR
marcos_verissimo@id.uff.br

Dr. Rinaldo Wander Montalvão e Dr. Michiel Vandermeert
(REGA Institute for Medical research, KU Leuven, Bélgica).

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Plantão COVID-19

A Liga Acadêmica Interdisciplinar de Neurociências da Universidade Federal Fluminense (LINUFF), fundada por graduandos do curso de Química e Psicologia da UFF de Volta Redonda e coordenada pelo Prof. Aydamari Faria Junior, tem como objetivo promover atividades de divulgação científica e produção de conhecimento voltados principalmente às Neurociências. 

Em função da pandemia causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, em caráter extraordinário,  desenvolvemos o projeto “PLANTÃO COVID-19” com o objetivo de divulgar informações qualificadas, novidades científicas e referências confiáveis relativas à pandemia, ao vírus Sars-Cov-2 e, dentro dos limites profissionais, sobre a COVID-19. 

Desde o dia 20/03/2019 todas as redes sociais da LINUFF têm sido utilizadas para a discussão de artigos, debates e respostas às notícias falsas, por meio de por meio de vídeos produzidos pelo Prof. Dr. Aydamai Faria Junior em seu canal no Youtube, criado especificamente para essa finalidade. 

Todo o material criado está disponível online e é frequentemente atualizado.

Redes Sociais:
Instagram  – @_linuff_
Facebook – LINUFF

Site: https://liganeurocienciasu.wixsite.com/linuff
Youtube: https://www.youtube.com/user/aydamari
E-mail: ligadeneurocienciasuff@gmail.com

Coordenador: Prof. Dr. Aydamari Faria Junior

Alunos e alunas da LINUFF:

Anna Carolina Silva de Jesus Passaes​
Brunna Laís Silvestre de Lima​
Iara Peixoto de Oliveira​
Juliana Quintanilha da Cruz​
Karina Nogueira Britschka​
Laisa Caroline Machado Oliveira
Letícia Paranhos Rios​
Luana Da Silva Balthar
Maria Helena Santos da Silva​
Maria Luísa Del Nero Silva
Mariana Leal Ferreira
Natalia Fernandes (Conselheira, portanto, já formada)
Rafael de Souza Almeida​ (Conselheiro, portanto, já formado)
Yuri Francisco de Almeida​

Colaboradores:

Caio Scherpel Pires (Conselheiro – egressa da psicologia UFF/VR)
Hellen R. M. Salazar (Conselheira – egressa da psicologia UFF/VR)

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Elaboração de material acadêmico educativo: cuidados e higienização de superfícies durante e pós pandemia do Covid-19

Este projeto consiste na elaboração de um folder educativo para divulgação nas mídias sociais (sites da Universidade, redes sociais da Universidade). O folder mostra através de ilustrações e explicações breves os cuidados com a higienização que devem ser tomados com as superfícies de uso comum da Universidade, como botões de elevador, corrimãos, maçanetas, registros de torneiras, botões de válvulas de descarga de sanitários, cadeiras/carteiras, portas e celulares.

Envolvidos:
Profa. Danielle da Costa Rubim Messeder dos Santos (responsável)-
ICEx-UFF
Profa. Renata Luz Martins –
ICEx-UFF
Prof. Thiago Simonato Mozer – Departamento de Química – ICEx-UFF

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Projeto Ação COVID-19 – Confecção de Máscaras faciais de tecido para proteção das vias respitatórias.

Confecção de máscaras  faciais  feitas com  TNT (três camadas) para proteção do COVID-19, distribuídas para pessoas de baixa renda.

Envolvidos:
Profa Dra. Alessandra Rodrigues Rufino (Coordenadora)
ICEx-UFF
Prof Dr. Luiz Telmo da Silva Auler
ICEx-UFF
Profa Dra. Jacqueline Bernardo P Oliveira
ICEx-UFF
Prof Dr. Ladário da Silva
ICEx-UFF

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Elaboração de material acadêmico educativo sobre o uso correto de máscaras

ste projeto consiste na elaboração de um folder educativo para divulgação nas mídias sociais (sites da universidade, redes sociais da universidade e TV universitária). O folder mostra através de ilustrações, explicações breves, perguntas e respostas os cuidados com o uso adequado de máscaras para que se tenha a devida proteção durante a pandemia de coronavírus. O material também fala sobre a troca e higienização das máscaras.

Envlvidos:
Profa. Adalra da Silva Césasr -VEA/EEIMVR
Profa. Danielle da Costa Rubim Messeder dos Santos -VQI, ICEx-UFF
Profa. Renata Luz Martins – VQI, ICEx-UFF
Prof. Thiago Simonato Mozer – VQI, ICEx-UFF

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Projeto: confecção de protetor facial caseiro

O Projeto visa contribuir para a prevenção da propagação do vírus da COVID-19 por meio do incentivo a utilização de PROTETOR FACIAL em conjunto com a Máscara de Proteção (máscara de tecido ou TNT que cobre nariz e boca). A importância do uso de Máscara de Proteção tem sido amplamente divulgada e sua confecção caseira tem sido estimulada a fim de que toda a população tenha acesso a essa proteção. Acreditamos que o uso de PROTETOR FACIAL, conhecido também como Face Shield, pode contribuir como mais uma forma de prevenção, aliado ao uso da Máscara de Proteção.
Reforçamos que é imprescindível o uso da Máscara de Proteção e sugerimos o uso do PROTETOR FACIAL, concomitantemente, em ambientes sociais que possam oferecer maior risco de contágio.  Ou seja, o uso do PROTETOR FACIAL não exclui a necessidade da Máscara de Proteção, visto que cada um desses equipamentos tem finalidade distinta. Ao utilizar o PROTETOR FACIAL o usuário fica com os olhos prevenidos do contato com gotículas, salivas e fluídos nasais e trata-se de uma segunda barreira de segurança para a boca e o nariz. Além de que, seu uso evita que o usuário leve involuntariamente as mãos na região do nariz, boca e olhos.
Ademais, frisamos que a forma mais eficaz no momento para o combate ao aumento de casos da COVID-19 é o Distanciamento Social, visto não existir ainda vacina e medicação comprovadamente eficaz para a sua prevenção e tratamento. O uso dessas proteções é indicado para quando não for possível seguir a regra de ouro: “Ficar em casa”.
Ou seja, consideramos que o uso do Protetor Facial seja importante para a comunidade em geral, principalmente para as pessoas que são do grupo de risco ou as que moram ou cuidem das mesmas,  quando for necessário ir ao supermercado, farmácia, uma consulta de urgência,  ou no comércio; utilizar transporte público; e, para profissionais em serviço que tratam diretamente com o público.
Dessa forma, apresentamos o modo de confecção caseiro de um Protetor Facial, utilizando materiais simples e de baixo custo, adaptado as restrições do comércio atuais e visando que seja acessível a um número significativo de pessoas.
Colocamos a disposição, pelo e-mail institucional, para caso exista dúvida na confecção de seu Protetor Facial. Assim como agradeceremos as possíveis críticas, comentários e sugestões para aprimoramento do Modelo Protetor Facial ora apresentado.

Passo a Passo da Confecção caseira de Protetor Facial

Material Necessário:
Um pedaço de acetato de 20 cm por 30 cm (Uma folha de transparência para impressora), 28 cm de elástico, 50 cm de fita isolante, Duas tiras de 2 cm por 29 cm de cortadas de uma contracapa de encadernação de espiral.

Instrumentos utilizados:
Grampeador, Lixa de unha, Tesoura, Alicate de bico, Régua, Lápis.

Etapas:

Dicas sobre o material:

1) O primeiro modelo de Protetor Facial foi confeccionado usando capas transparentes de encadernações de espirais no lugar do acetato. Entretanto, ao testar seu uso foi verificado que, em geral, elas apresentam umas ranhuras, por isso não permitem uma visão tão nítida e não sabemos também se seu uso contínuo poderá trazer algum desconforto ou dano a saúde dos olhos. Por isso, consideramos que talvez possa ser usado pontualmente, para receber uma mercadoria rapidamente, mas não recomendamos para usos frequentes e em períodos prolongados.

2) O acetato utilizado no Projeto pode ser comprado em metro em lojas que vendem plástico. Em Volta Redonda, encontramos no mercado por R$ 37,00 o metro, com largura de 1,2m. Assim, a cada 20 cm de comprimento é possível cortar 4 pedaços de largura 30 cm. Dessa forma, com 1 metro de acetato é possível fazer 20 Protetores Faciais. Dessa forma, como os outros materiais são de menor valor, o custo de cada Protetor Facial fica por menos de R$4,00.

3) O elástico pode ser substituído por duas tiras em poliéster de cerca de 20cm de comprimento, cada uma presa em uma das extremidades da segunda tira, e podem ficar presas por um laço. Ou ainda por duas tiras de velcro, cada uma fixa em uma extremidade da segunda tira. A fita usada para cobrir os grampos não precisa, necessariamente, ser isolante.

Observação:

O modelo apresentado neste Projeto não se destina ao uso dos profissionais de saúde. Para este fim específico, deve ser observado o Art. 6º da RESOLUÇÃO – RDC Nº 356, DE 23 DE MARÇO DE 2020, transcrito a seguir:

Art. 6° Os protetores faciais do tipo peça inteira devem atender aos requisitos estabelecidos na seguinte norma técnica:

I – ABNT NBR ISO 13688:2017 – Proteção ocular pessoal – Protetor ocular e facial tipo tela – Requisitos.

§ 1° Os protetores faciais não podem manter saliências, extremidades afiadas, ou algum tipo de defeitos que podem causar desconforto ou acidente ao usuário durante o uso.

§ 2° Deve ser facilitada a adequação ao usuário, a fim de que o protetor facial permaneça estável durante o tempo esperado de utilização.

§ 3° As faixas utilizadas como principal meio de fixação devem ser ajustáveis ou autoajustáveis e ter, no mínimo, 10 mm de largura sobre qualquer parte que possa estar em contato com o usuário.

§ 4° O visor frontal deve ser fabricado em material transparente e possuir dimensões mínimas de espessura 0,5mm, largura 240mm e altura 240mm.

Professores:
Alessandra Rodrigues Rufino – Departamento de Química – ICEx/UFF
Jacqueline Bernardo Pereira Oliveira – Departamento de Matemática – ICEx/UFF
Ladário da Silva – Departamento de Física- ICEx/UFF

Alunas de Projeto de Desenvolvimento Acadêmico:
Gabrielle dos Santos Serra Pereira – Física – ICEx/UFF
Michelle de Souza Marques – Matemática – ICEx/UFF

Colaboradoras:

Alice Pereira de Oliveira – Curso de Engenharia Elétrica – UFJF
Aline Pereira de Oliveira – Programa de Pós-Graduação em Tecnologia Ambiental – EEMVR/UFF

e-mail institucional: jbernardo@id.uff.br

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Deficiência e isolamento social: questões e invenções em tempos de pandemia

Vem aí mais uma Roda de Conversa virtual com o tema “Deficiência e isolamento social: questões e invenções em tempos de pandemia”. O encontro vai ser na próxima quinta-feira, dia 21/05, às 16h, via plataforma Zoom.

A ideia, pensada inicialmente para acolher, ouvir e integrar os alunos com deficiência da UFF, isolados em tempo de pandemia, nasceu de um grupo de pessoas, com e sem deficiência, professores, alunos e técnicos, envolvidos com pesquisas, projetos, disciplinas e atividades no campo da acessibilidade e da inclusão.

No primeiro encontro, realizado em abril, tivemos mais de cem participantes de várias regiões do país.

Mais do que nunca é hora de tecermos laços afetivos possíveis quando o cenário é de isolamento e desenharmos juntos/as um futuro possível e acessível para nossa vida. Para nos fortalecermos e para cuidarmos uns/umas dos/as outros/as.

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Projeto: Elaboração de material acadêmico educativo: cuidados e higienização de superfícies durante e pós pandemia do Covid-19

Resumo: Este projeto consiste na elaboração de um folder educativo para divulgação nas mídias sociais (sites da Universidade, redes sociais da Universidade). O folder mostra através de ilustrações e explicações breves os cuidados com a higienização que devem ser tomados com as superfícies de uso comum da Universidade, como botões de elevador, corrimãos, maçanetas, registros de torneiras, botões de válvulas de descarga de sanitários, cadeiras/carteiras, portas e celulares.

Membros: 
Profa. Danielle da Costa Rubim Messeder dos Santos (responsável)
Profa. Renata Luz Martins
Prof. Thiago Simonato Mozer (VQI – Departamento de Química de Volta Redonda)

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CONFECÇÃO DE PROTETOR FACIAL A PARTIR DE GARRAFA PET

Os estudos sobre a pandemia da COVID-19 indicam que devemos adotar medidas preventivas com intuito de evitar contaminações ou proliferação do vírus, pelo menos até que seja criada e aprovada uma vacina para sua prevenção ou medicação eficaz para o seu tratamento.

É sabido que o Vírus também é transmitido por via aérea, como por exemplo, através de micro gotículas que expelimos quando espirramos ou até mesmo durante uma conversa. Portanto, acreditamos que o Protetor Facial, conhecido também como Face Shield, pode contribuir como mais uma forma de prevenção, aliado ao uso da Máscara de Proteção (máscara de tecido ou TNT que cobre nariz e boca).

Assim, esse Projeto tem como objetivo contribuir para a prevenção da propagação do vírus da COVID-19 por meio do incentivo a utilização de PROTETOR FACIAL em conjunto com a Máscara de Proteção.

Visando atingir esse objetivo, preparamos um vídeo com uma confecção de um Protetor Facial utilizando uma garrafa pet, e dessa forma tornando-o acessível para um número significativo de pessoas.

Material Necessário:

  • Uma garrafa pet de plástico transparente
  • Uma contracapa de encadernação de espiral
  • Uma tira de 32 cm de elástico
  • 1,2 m de fita adesiva

Instrumentos utilizados:

Grampeador, tesoura, fita métrica e abridor de lata.

Colocamo-nos a disposição, pelo e-mail institucional, para sanar dúvidas na confecção de seu Protetor Facial, caso existam. Assim como agradecemos de antemão as possíveis críticas, comentários e sugestões para aprimoramento do Modelo de Protetor Facial ora apresentado.

Equipe Responsável pelo Projeto:

Professores:

Alessandra Rodrigues Rufino – Departamento de Química – ICEx/UFF

Jacqueline Bernardo Pereira Oliveira – Departamento de Matemática – ICEx/UFF

Ladário da Silva – Departamento de Física- ICEx/UFF

Alunas de Projeto de Desenvolvimento Acadêmico:

Gabrielle dos Santos Serra Pereira – Física – ICEx/UFF

Michelle de Souza Marques – Matemática – ICEx/UFF

Colaboradoras:

Alice Pereira de Oliveira – Curso de Engenharia Elétrica – UFJF

Aline Pereira de Oliveira – Programa de Pós-Graduação em Tecnologia Ambiental – EEIMVR/UFF

e-mail institucional: jbernardo@id.uff.br

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